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Culpa da Infancia

Todos perguntam o porque de mundo estar do jeito que está... Pois bem, eis a resposta:

Desde pequenos vimos o Tarzan andar pelado, a Cinderela chegar a meia noite em casa, o Pinóquio mentir, o Aladin ser ladrão, o Batman dirigir a 320 Km/h, a Branca de neve morar com sete homens, o Popey com um monte de tatuagens e fumando uma erva e o Pac Man correr em uma sala escura, com música eletrônica e tomando pílulas que o deixavam acelerado...

Preciso dizer mais algma coisa??

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Lições por acordar: sobre um sonho.

Nossa, não dá! Quarta semana de aula, primeira prova... Quase duas horas perdidas, não sabia nada. Engraçado mesmo foi eu não ter me importado com a chegada da prova, me preocupar um monte em não saber o que eu sabia fazer, depois sair com a prova quase em branco despreocupado com o resultado certamente ruim daquela prova. Eu não me importava tanto.

Habitualmente, saí em direção a meu apartamento, mas acabei fazendo um caminho consideravelmente mais longo, como as vezes faço. Tomei um chá, peguei meu ônibus e segui meu caminho. Viagem um tanto sonolenta, mas praxe de ônibus em São Paulo: um pouco de trânsito, um pouco de gente, um pouco de espaço faltando... nossa! Já está aqui? Acho que cochilei.

Minha alegria do dia foi algo totalmente fora do habitual: conseguir fazer panquecas recheadas com carne moída, e mais do que isto, comer sem sentir rejeição por mau sabor. Consegui!

Afinal, pra que tudo isto serve?

Passei o dia todo pra encontrar um momento feliz fora do meu horizonte. Será que está na hora de tentar chegar até este horizonte que até então é só uma visão sonhadora?

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E, de tanto imaginar, tornou-a real

Num abraço, os corações entraram na mesma cadencia.
A doce voz, embargada de tanta paixão, a sussurrar ao pé do ouvido, é seu deleite.
Os olhos, cheios de desejos, mantem-se fechados.
Os lábios se procuram.
Donas dos seus sonhos, fê-lo acreditar que tudo pudesse.
Então, por que foges?
Por que não ficas mais um pouco?
"Meu anjo de luz, sonho contigo todas as noites".
Enquanto espera torná-la real.




P.S.: Outro texto retirado do Isegoria. Bom, confesso que minha produção está baixíssima, dai já viu né? Esse fiz pro Xaion [a partir de um tema que ele me deu, então foi pra ele]. Espero que tenham gostado.

P.P.S.: Vamos lá,povo! Escrevam. 

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Vamos lá, povo!

Inspire-se. 
Imagine.
Verbalize.

Carol Avlis

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Aperto

Uma caixinha, uma chave, uma faca, um coração. Cirurgicamente, cuidadosamente, a pele à esquerda da lâmina afasta-se daquela à qual adjacia. Ainda quente, o sangue marca; escorrega, deixa sua mancha, esfria-se, faz quem o vê sentir a dor. Paulatinamente, meticulosamente, camada a camada.

Aquele coração, antes preso à espessa manta de pele, agora tem mais espaço para bater. Sente o ar tocante, que pouco pressiona. Mas aquece e esfria sempre; não é mais confortado por aquela que o protegia.

Cada acesso, cada vaso, veia, artéria interrompidos. Agora o coração estava livre de tudo o que o prendia. Estava livre, só, sem qualquer preocupação, sem qualquer função. Percebeu qeue não queria ser livre.

Passo a passo, somente o coração a bater e a areia do chão a farfalhar a cada passada. Silêncio, o coração. A chave destrancando a pequena caixa. Toma o coração o pequeno espaço aberto na caixa, a qual se tranca pela ultima vez, deixando um peito vazio e um coração sem sangue.

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O Paulistano


Na fala:
a) Chama o semáforo de "farol".
b) Diz "bolacha" em vez de biscoito.
c) Diz "cara" em vez de menino.
d) Diz "mina" em vez de menina.
e) Diz "bexiga" em vez de balão.
f) Diz "sorvete" tanto para picolé como para sorvete de massa.
g) Acha que não tem sotaque nenhum.
h) Ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino, etc.)
i) Vê uma pessoa mal vestida e chama de baiano.
j) É extremamente possessivo, pois emprega a palavra "meu" em praticamente todas as frases.

No clima:
a) Fala sobre o tempo para puxar assunto.
b) Enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal..
c) Sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de volta a noite.
d) Tem mania de levar o carro para polir no sábado ou domingo, o carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear... CHOVE.

Na praia:
a) Fala que vai para praia sem especificar qual.
b) Fica a temporada no Guarujá ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol.
c) Chama Ubatuba de "Ubachuva".
d) Fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.

Nas esquisitices:
a) Faz fila para tudo (ônibus, mercado, banheiro, elevador, etc.)
b) Repara nas pessoas como se fossem de outro planeta.
c) Cumprimenta os vizinhos apenas com oi e tchau.
d) Espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega acaba não fazendo nada.
e) Convida: "Passa lá em casa", mas nunca dá o endereço.
f) Chama o povo do interior de São Paulo de caipira.
g) Nas festas juninas chama vinho quente de quentão.
h) Toma o mesmo ônibus todo santo dia, no mesmo horário e não cumprimenta nem o motorista, nem o cobrador, (que também são sempre os mesmos).
i) Acha que quem não é daqui sempre joga lixo no chão.

Principal:
Ri de si mesmo ao perceber que tudo acima é verdade.
E como todo bom paulistaNO, estou fazendo minha parte...

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O que seu cabelo diz sobre você?

Certo dia, estava eu embrulhando o presente do meu afilhadinho quando minha mãe começou a ler uma "matéria" da revista "Ana Maria" que dizia assim:
           

O que seu cabelo diz sobre você
  • Morena =  Alegre
  • Loira =   Chique
  • Ruiva = Misteriosa
  • Grisalha = Confiante
  • Liso = Prática
  • Cacheado = Segura
  • Ondulado = Elegante
  • Afro = Independente
  • Curtos = Esperta
  •  Médios = Romântica
  • Longos =  Sensual

Está bem, mas agora me respondam:
Se meu cabelo é curto quando enrolado e médio quando liso e, ás vezes, tá liso, ás vezes, enrolado,o que realmente sou, de acordo com revista? E, na moral,meu cabelo está mais para afro, ultimamente, do que pra enrolado.
Aff, quanta besteira!!!

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Para quem gosta[ e quem não gosta também]

Sei que não tenho o direito de postar textos alheios, mas gosto desse.

"Depois que me apaixonei de verdade, e não deu muito certo, então eu não consigo mais ...
Eu fico esperando , putz, eu quero sentir aquilo de novo, mas ai, se começa, se o coração bate mais rápido : "Ah, eu não sei se quero isso não".
Eu acreditei durante muito tempo em amor romântico. Hoje em dia, eu não acredito em amor romântico. Eu acredito em respeito e amizade. De repente, sexo e tudo. Ou então em expressão física. Mas é assim: Amizade e respeito. Porque paixão, essa coisa de amor romântico mesmo, acho que traz muito sofrimento e sempre acaba.
Você sofre, você fica pensando na pessoa, você não funciona direito. Ao mesmo tempo em que você descobre muitas coisas boas em você - não sei, pelo menos comigo acontece isso - , eu descubro sempre as invejas, certos ciúmes, uma possessividade. [...]
Eu acho que o amor verdadeiro não passa por isso não."
Renato Russo, 1993

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Blue Gunner

Aproveitando a onda de posts de blogs particulares, vou colocar um texto que o Juliano recomendou. É meio antigo, fiz nos primórdios do orkut pré-google, e publiquei só agora no meu blog...


Blue Gunner

Um pequeno garoto, te amando,
Como ele pode ser bonito?
Se ele tem um coração puro como o meu
Você o amaria por um momento?
Se você quer que ele mude, por você ele mudará agora mesmo.
Mesmo que ele tivesse perdido os sentidos
Agora não pode mais parar... ele está te amando...

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Mais um sorriso.

Geralmente, eu não tenho muita criatividade para escrever. Mas é meio incompetente de minha parte não ter escrito nada aqui no Roda de Bar.

Serei mais uma vez sem criatividade, e vou copiar a Vanessa: postarei um texto do meu blog. O Xaion disse que sempre que lê algum deles, percebe algo diferente. Seria legal se cada um enxergasse algo diferente nesse texto. Eu acho que é possível. Tá aí o texto:

E eis que, andando pela rua, ele viu um terreno perfeito, plano e sólido. Hesitou por um instante: seria este o qual estava procurando? Decerto não sabia, pois nunca havia pensado naquilo. Mas sentia que era, mesmo que não soubesse exatamente porquê.

Ele sentia-se bem diante daquela planície sem mácula de sombra, não importava de onde o sol viesse. Se juntasse seu rosto àquele solo para mirar o fim daquela terra, veria o infinito.

Mas a hora passava, e ele devia seguir seu caminho, ainda que para isto devesse deixar aquele tapete gramado para trás (apesar disto lhe fazer triste).

Deveras, desligou-se só fisicamente. Seu pensamento aplainava qualquer montanha para poder ver novamente aquela planície; o vento, suave, lhe cantava músicas silenciosas.

Quis novamente ver o terreno perfeito. Saiu a atravessar montanhas e planícies. Mesmo que não lembrasse como era, sabia que iria reconhecer quando o visse. Assim aconteceu.

De fato, ele queria poder ficar mais perto do terreno perfeito, mais vezes. Queria ali construir seu castelo. Mas ele não queria ser soberano naquelas terras; queria só poder ficar ali, e achava justo que àquela terra se desse algo tão precioso quanto a perfeita planície. De todos os modos, pensou cada detalhe do maravilhoso castelo: as torres, as portas, as janelas, os portões, a recepção, os pisos, as paredes, as dobradiças, as cores do quarto e os sabores da cozinha.

Mas ele tinha medo. Tinha medo de não ter percebido algo na perfeição do terreno. Tinha medo daquela terra ruir quando ele pusesse o primeiro tijolo. E mesmo que ele quisesse ficar junto daquele lugar de seus sonhos, não queria feri-lo.

Por mais que seu castelo fosse uma chance de estar sempre onde queria, não queria perder quaisquer oportunidades de ver novamente a planície por conta de um descuido seu.

E, novamente, ele não soube o que fazer.

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